EXAMES DE ULTRA-SONOGRAFIA
 
Dr. Helinton Moura Lutz Ginecologista Obstetra do HAP
   

São úteis e não têm radiação. São valiosos pelas numerosas in-formações que fornecem sobre o feto nas várias fases da gravidez. E são inofensivos: não trazem nenhum problema de radiação nem para a mãe nem para o feto.

O ideal é a realização de pelo menos três ou mais ultra-sonografias: uma no primeiro trimestre, para verificar se a gravidez está localizada corretamente, isto é, no útero, e saber se o feto está bem e calcular o tempo exato de gestação. Esse é fundamental, pois é o que dá uma data exata da gestação com um índice de erro muito pequeno.

Outra, no segundo trimestre, para avaliar o desenvolvimento do feto, constatar se está havendo atraso em seu crescimento e se existem anomalias em sua conformação. Por ex. entre 10 e 14 semanas, ideal 13 semanas deve-se fazer a Translucência Nucal que descarta a possibi-lidade de síndromes.

 
 


Finalmente, mais uma no terceiro trimestre analisando as condi-ções vitais da criança: como está o seu desenvolvimento, se a quantida-de de líquido amniótico na mamãe está normal e as condições da pla-centa, já que por ela passa toda a alimentação da mãe para o feto.

A placenta varia em graus: 0, I, II, III; quanto maior o grau, mais velha ela fica. No final é comum ficar grau III. Contudo, às vezes é preciso realizar um número maior de exames porque no segundo e ter-ceiro trimestres eles (ultra-sonografia) podem apresentar erros até con-sideráveis na avaliação do tempo de gestação.