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vacinas ajuda a superar a dor e o leite materno também reforça a eficiência da vacinas.
• As crianças que mamam no peito são mais inteligentes, recebem ácidos graxos e outras substâncias essenciais para o desenvolvimento neurológico que é muito intenso até os dois anos de idade. O desenvolvimento neuropsicomotor e social dos bebês amamentados é claramente melhor e resulta em vantagens significantes. • O leite materno contém todos os nutrientes de que a criança precisa nos primeiros seis meses de vida: 1. Tem água em quantidade suficiente. O bebê em aleitamento exclusivo não precisa nem mesmo de água! 2. Contém proteína e gordura mais adequadas para a criança e na quantidade certa; 3. Também tem mais lactose (açúcar do leite) do que os outros leites; 4. Quantidades adequadas de sais, cálcio e fósforo, vitaminas, ferro, de mais fácil absorção; 5. O leite materno é facilmente digerido e absorvido devido à enzima lipase que digere gorduras, além de ter as proteínas já do tamanho ideal para absorção intestinal. A criança em aleitamento materno exclusivo pode querer uma nova mamada em intervalo menor do que aquela que está tomando complemento, já que não tem dificuldade alguma para digestão do leite materno (a criança que recebe complemento se sente como nós nos sentimos quando comemos um enorme churrasco e passamos o resto do dia tentando digerir aquilo, sem querer comer mais nada), por isto, naturalmente ficarão mais tempo sem mamar do que a criança que sugou o seio e digeriu rapidamente o conteúdo gástrico, aproveitando-o por completo. • Crianças em aleitamento materno exclusivo têm menos quadros infecciosos porque o leite materno é estéril, isento de bactérias e contém fatores anti-infecciosos que incluem: 1. Células brancas vivas (leucócitos) que matam as bactérias; 2. Anticorpos (imunoglobinas contra muitas das infecções mais comuns). Todos os anticorpos que a mãe formou contra as infecções que entrou em contato durante toda a sua vida, serão passados prontos para o bebê, sem que ele tenha que adquirir as doenças para formar sua própria defesa, ou se adquirir, será de forma bem mais branda. Por isto a média de infecções anuais de uma criança não amamentada é de 10 a 12 vezes por ano (“vivem com o nariz escorrendo”, “gripadinhos”) enquanto que na criança amamentada este índice se reduzirá para em torno de 3 por ano ou até menos. 3. O fator bífido facilita o crescimento dos Lactobacíllus bifidus no intestino da criança impedindo que outras bactérias cresçam ali, causando infecções intestinais (diarréias... etc.); A Lactoferrina se associa ao ferro impedindo o crescimento de bactérias patogênicas que precisam deste nutriente para se multiplicar. 4. O leite de vaca contém fatores imunológicos de ótima qualidade para o bezerro. • O ato de sugar o seio é importante para o desenvolvimento das mandíbulas. Bebês que mamam têm de usar 60 vezes mais energia para conseguir o alimento que aqueles que mamam mamadeira. Utilizam–se 17 músculos para sucção ao seio enquanto que para mamar na mamadeira usam-se 2 à 3 apenas. Isto faz com que as crianças que são amamentadas tenham uma melhor dicção, menores distúrbios de deglutição, menores problemas respiratórios (respiração bucal... etc), mandíbulas bem formadas diminuindo o risco de má-oclusão, e claro, uma feição mais bonita do que os que recebem mamadeira, já que toda a musculatura é bem trabalhada. |
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